Monitor de seca: Comparativos nacional por regão, mapas dos últimos 3 anos .

Dezembro e novembro como referência,com último mapa e seu sumario .




Em dezembro de 2025, os destaques são feitos por Região e por Unidade da Federação, acompanhando-se o surgimento, desaparecimento, evolução ou involução do fenômeno da seca em cada uma dessas áreas.

Na Região Nordeste, devido à piora dos indicadores, houve avanço da seca extrema (S3) em partes do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco e da Bahia. Além disso, observou-se a expansão da área com seca fraca (S0) e moderada (S1) em Alagoas, Sergipe e Bahia, bem como da seca moderada (S1) e grave (S2) no Ceará. Por outro lado, em virtude da melhora nos indicadores, houve recuo das secas grave (S2) no Maranhão, Piauí e Bahia, e da extrema (S3) no Piauí.

Na Região Sudeste, a persistência de chuvas abaixo da média resultou no avanço das secas grave (S2) e moderada (S1) em Minas Gerais, e da moderada (S1) no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Em contrapartida, em virtude da melhora nos indicadores, houve recuo das secas moderada (S1) e grave (S2) em São Paulo.

Na Região Sul, a piora nos indicadores resultou no avanço da seca fraca (S0) no sul e sudoeste do Paraná. Por outro lado, as chuvas acima da média favoreceram o recuo das secas fraca (S0), moderada (S1) e grave (S2) no Paraná, além do desaparecimento da seca fraca (S0) no Rio Grande do Sul.

Na Região Norte, devido às chuvas abaixo da normalidade, houve avanço de seca fraca (S0) no Amapá, Amazonas, Pará e Roraima. Porém, com a melhora dos indicadores, houve recuo das secas fraca (S0) no Acre, Amapá, Amazonas e Pará, da moderada (S1) no Amazonas e Rondônia, e da grave (S2) no Tocantins. Além disso, houve atenuação da seca moderada (S1) para seca fraca (S0) no Acre, Amazonas e Rondônia.

Na Região Centro-Oeste, devido às chuvas acima da média e a melhora nos indicadores, houve o recuo das secas fraca (S0) no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, e da moderada (S1), no Mato Grosso do Sul. Entretanto, com a piora nos indicadores e as chuvas abaixo da média, houve avanço da seca grave (S2) em Goiás e o agravamento da seca moderada (S1) para grave (S2) no Mato Grosso do Sul.







Geilson Costa 


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