Está fazendo vítimas nas redes sociais.
Atenção! Muito cuidado com anúncios de motos elétricas e outros produtos eletrônicos com preços drasticamente abaixo do valor de mercado. Criminosos estão utilizando o alcance das redes sociais para aplicar golpes sofisticados. Veja como eles agem:
1. A Isca (O Preço Irreal):
Anúncios patrocinados surgem na sua linha do tempo com ofertas tentadoras — valores que mal cobririam o frete. O algoritmo das redes sociais entrega essas "ofertas" exatamente para quem busca o produto.
Anúncios patrocinados surgem na sua linha do tempo com ofertas tentadoras — valores que mal cobririam o frete. O algoritmo das redes sociais entrega essas "ofertas" exatamente para quem busca o produto.
2. A Falsa Prova Social:
Nos comentários, você verá dezenas de depoimentos de supostos compradores dizendo: "Pensei que era golpe, mas chegou!". Cuidado: são perfis fakes ou bots programados para passar uma falsa sensação de segurança.
3. O Desvio de Plataforma:
Ao tentar comprar, você é retirado da rede social e levado para um site externo. Assim que o pagamento (geralmente via Pix) é feito, a página desaparece ou trava em uma tela de "pendência".
Ao tentar comprar, você é retirado da rede social e levado para um site externo. Assim que o pagamento (geralmente via Pix) é feito, a página desaparece ou trava em uma tela de "pendência".
4. A Extorsão via WhatsApp (A Segunda Etapa):
Dias depois, os golpistas entram em contato fingindo ser o "atendimento ao cliente". Eles enviam um link falso dos Correios pedindo o pagamento de taxas extras (frete, nota fiscal ou taxas de circulação). Usam um cronômetro regressivo para criar urgência e impedir que você pense.
Dias depois, os golpistas entram em contato fingindo ser o "atendimento ao cliente". Eles enviam um link falso dos Correios pedindo o pagamento de taxas extras (frete, nota fiscal ou taxas de circulação). Usam um cronômetro regressivo para criar urgência e impedir que você pense.
Ao perceber a fraude, a vítima se sente acuada, pois os criminosos já possuem todos os seus dados (CPF, endereço e telefone). Lembre-se: o medo é a principal arma deles.
O prejuízo é real: Além do dinheiro perdido, há o trauma psicológico. Como o pagamento é feito por livre vontade (via Pix), os bancos raramente conseguem estornar o valor.
Fique atento: Se o esmola é demais, o santo desconfia!
Por: Geilson Costa | gaginews.org






Comentários
Postar um comentário