Nesta quinta-feira (7/5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na Casa Branca para um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reunião, seguida de almoço, durou cerca de três horas e contou com a participação de ministros e representantes dos dois países. Inicialmente previsto para falar à imprensa no Salão Oval, o mandatário brasileiro fará declarações posteriormente na embaixada do Brasil em Washington.
Em publicação nas redes sociais, Trump classificou o encontro como "muito produtivo" e informou que foram discutidos diversos temas, com destaque para questões comerciais e tarifárias. Ele ainda chamou Lula de "muito dinâmico" e adiantou que novas conversas entre equipes técnicas e encontros entre os líderes devem ocorrer nos próximos meses.
Além do comércio, foram abordados temas como combate ao crime organizado, questões geopolíticas e exploração de minerais críticos. No mês anterior, Brasil e EUA já haviam firmado um acordo de cooperação para enfrentar o tráfico internacional de armas e drogas, com compartilhamento de informações alfandegárias.
A relação entre os dois países passa por tensões desde 2025, quando Trump retomou medidas protecionistas. Os Estados Unidos impuseram tarifas de 25% sobre aço e alumínio brasileiros e, em abril deste ano, taxas adicionais a outros produtos, alegando falta de reciprocidade comercial. O Brasil recorreu à Organização Mundial do Comércio e adotou medidas de retaliação. No final de 2025 e início de 2026, houve um recuo parcial americano, mas setores como o de metais ainda enfrentam taxas elevadas.
Em publicação nas redes sociais, Trump classificou o encontro como "muito produtivo" e informou que foram discutidos diversos temas, com destaque para questões comerciais e tarifárias. Ele ainda chamou Lula de "muito dinâmico" e adiantou que novas conversas entre equipes técnicas e encontros entre os líderes devem ocorrer nos próximos meses.
Além do comércio, foram abordados temas como combate ao crime organizado, questões geopolíticas e exploração de minerais críticos. No mês anterior, Brasil e EUA já haviam firmado um acordo de cooperação para enfrentar o tráfico internacional de armas e drogas, com compartilhamento de informações alfandegárias.
A relação entre os dois países passa por tensões desde 2025, quando Trump retomou medidas protecionistas. Os Estados Unidos impuseram tarifas de 25% sobre aço e alumínio brasileiros e, em abril deste ano, taxas adicionais a outros produtos, alegando falta de reciprocidade comercial. O Brasil recorreu à Organização Mundial do Comércio e adotou medidas de retaliação. No final de 2025 e início de 2026, houve um recuo parcial americano, mas setores como o de metais ainda enfrentam taxas elevadas.
Geilson Costa / Repórteres da Agência Brasil

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