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Tufão Bavi avança com força e mantém alerta máximo para Japão e costa da China.

Sistema que já foi Supertufão traz ventos de até 195 km/h, ondas gigantes e risco de graves acidentes.



 


O Tufão Bavi — chamado de Inday nas Filipinas e registrado pelas autoridades japonesas como o nono tufão da temporada — segue seu caminho com força intensa, conforme confirma o mais recente relatório do Centro Conjunto de Avisos de Tufões (JTWC). A informação atualizada confirma que o fenômeno representa grande perigo para populações do sul do Japão e da região de Wenzhou, na China.

Dados atuais do sistema




Na última medição, o tufão apresenta:

  • Ventos sustentados de aproximadamente 150 km/h, com rajadas que podem chegar a 195 km/h.
  • Pressão central de 958 hPa, indicando circulação muito ativa.
  • Deslocamento de 22 km/h na direção noroeste.
  • Ondas de até 13,7 metros de altura nos mares próximos.
Ele está localizado a 459 km ao sul-sudoeste da Base Aérea de Kadena, no Japão.


Onde vai passar e o que esperar


Após uma pequena mudança de direção para o norte, Bavi voltou ao rumo esperado. Deve passar muito perto ou diretamente sobre a ilha de Ishigaki, no sul do Japão, antes de chegar à costa chinesa em Wenzhou.

Condições favoráveis mantêm sua força: águas quentes do mar e pouca variação do vento em diferentes alturas devem fazer com que ele chegue ao continente com a intensidade atual. Apenas nos momentos finais antes da chegada pode haver pequenas alterações na rota ou na força, por causa de ajustes na estrutura do tufão.

Depois de tocar o solo, ele começará a perder força rapidamente e deve desaparecer completamente em cerca de 60 horas. Mesmo assim, seus ventos continuarão afetando áreas costeiras e o Mar Amarelo por mais tempo, por causa do grande tamanho da sua circulação.

Riscos para a população


Mesmo menos forte do que no seu auge — quando chegou a ser classificado como Supertufão, com ventos de 260 km/h — Bavi continua muito perigoso. As autoridades alertam para.
  • Ventos capazes de arrancar árvores, danificar telhados e derrubar postes de energia.
  • Chuvas muito fortes que causam inundações rápidas e alagamentos.
  • Marés altas e ondas que invadem áreas litorâneas.
  • Risco de deslizamentos em regiões de serra.

Importante lembrar


Os dados do JTWC podem ter pequenas diferenças em relação às medições feitas diretamente pelas autoridades locais do Japão, China e Filipinas, pois cada instituição usa regras ligeiramente diferentes para calcular a velocidade dos ventos. Sempre siga primeiro as orientações dos órgãos de proteção e defesa civil da sua região.

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Por Redação / Geilson Costa

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